EMPRESAS
  MONSANTO
 

EE.UU: Monsanto anuncia pérdidas en cuarto trimestre fiscal por bajas ventas
Miércoles, 06 de Octubre de 2004
Agencias

Monsanto reportó pérdidas netas de US$ 42 millones, o 16 centavos de dólar por título, para el trimestre que finalizó el 31 de agosto, contra la pérdida de US$ 188 millones, o 72 centavos por acción, del año anterior.

KANSAS CITY.- -La empresa de agroquímicos Monsanto Co. reportó el miércoles pérdidas netas en el cuarto trimestre fiscal por la caída en las ventas del herbicida Roundup en Estados Unidos.

Monsanto reportó pérdidas netas de US$ 42 millones, o 16 centavos de dólar por título, para el trimestre que finalizó el 31 de agosto, contra la pérdida de US$ 188 millones, o 72 centavos por acción, del año anterior.

Las bajas ventas de herbicidas en Estados Unidos contrarrestaron las altas ventas de semillas de algodón modificadas genéticamente a compañías agropecuarias estadounidenses y de India.

Las ventas totales netas del trimestre alcanzaron US$ 1.260 millones, un 3% menos que el año previo.

La pérdida trimestral incluye cargos de US$ 44 millones después de impuestos por la reestructuración y un beneficio fiscal de US$ 5 millones asociado con la cancelación de una deuda del negocio internacional del trigo.

Monsanto aumentó sus proyecciones de crecimiento de las ganancias por título para los años fiscales 2005 y 2006, al pronosticar una ganancia del 10 al 18% en el 2005 y del 10% en el 2006.

http://www.economiaynegocios.cl/noticias/noticias.asp?id=60107

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Monsanto cobrará por TODA a soja brasileira

Há um problema conceitual na base desta celéuma criada pela Monsanto. As patentes concedidas para a soja transgênica da Monsanto na Europa, nos EUA, no Canadá e no Japão referem-se ao direito de reprodução da planta e de suas sementes, células e genes. Só por uma extensão muito interesseira do direito de "exaustão" (no interesse da Monsanto, claro) é que elas poderiam ser aplicadas aos grãos, torta, óleo, farinha, biscoitinhos, ração, etc., particularmente quando consumidos em outro país.

A imposição da cobrança de royalties lá fora também dependerá da inversão do ônus da prova, pela qual o exportador de soja brasileira normal é quem terá que provar que ela NÃO É transgênica . Presumindo que será mais barato pagar a taxa do que encarar a justiça (num daqueles países) para provar a condição de legalidade de cada carga embarcada, a Monsanto conta com a complacência dos comerciantes, e pretende embolsar uma taxa em cima de TODA a soja brasileira exportada.

Este ano -- que se destina apenas a implantar o esquema --' o licenciamento será gratuito". Quem garante é nada menos que o Estado de São Paulo .

As "tradings" como a Cargill, ADM, Bunge e cia., portanto, sendo unha e carne com a Monsanto e mesmo sem reproduzirem um tiquinho sequer da soja pirata, obviamente farão o possível para deixar a parceira feliz e ajudar a aumentar o controle de todas elas sobre o sistema agrícola nacional. E o Brasil que se dane.

É o golpe do ano -- talvez um pouco menor do que o das armas de destruição em massa do Bush, mas é bem mais sofisticado.

Os acionistas da Monsanto vão aplaudir de pé!
- David H.

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Folha de São Paulo , quinta-feira, 12 de junho de 2003
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi1206200316.htm

POLÊMICA

Empresa concederá licença

Monsanto irá cobrar royalties de transgênico

  ALESSANDRA MILANEZ, DA REPORTAGEM LOCAL

A Monsanto divulgou ontem que irá cobrar royalties das tradings exportadoras que comercializarem soja transgênica com países onde a empresa detém a patente da Roundup Ready -União Européia, Japão, Canadá e Estados Unidos.

A partir de julho, a Monsanto começa a conceder licenças às tradings. O processo de licenciamento deverá se encerrar até o final de agosto, quando o solo começa a ser preparado para o próximo plantio.

Segundo o diretor de marketing da empresa, Felipe Osorio, neste ano a Monsanto não cobrará a concessão da licença, apenas uma porcentagem sobre o volume exportado. Apesar de o valor da cobrança ainda estar sendo negociado com produtores e associações do setor, Osorio diz que deve ficar entre US$ 15 e US$ 66 por hectare de soja transgênica plantado.

O ônus final, porém, deve ficar com o produtor, já que as tradings, de acordo com Osorio, devem repassar a cobrança.

Cerca de 35 empresas, diz o diretor de marketing, são responsáveis por 80% das exportações brasileiras de soja. Segundo ele, as empresas que forem flagradas exportando soja ou farelo de soja com tecnologia Roundup Ready sem licença estarão sujeitas a punições, tais como retenção do embarque nos portos de destino e processo judicial por uso não autorizado de propriedade patenteada.

A Monsanto pretende manter a cobrança de royalties pelo uso da tecnologia nas próximas safras. A medida provisória que liberou a comercialização da soja transgênica nesta safra proíbe o plantio e a comercialização do produto para as próximas produções.

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O Estado de São Paulo , Quinta-feira, 12 de junho de 2003
http://www.estado.com.br/editorias/2003/06/12/ger009.html

Monsanto vai licenciar venda de soja RR

  Programa permitirá cobrança de royalties sobre o uso da variedade transgênica

HERTON ESCOBAR

A Monsanto, empresa que detém a patente sobre a soja transgênica Roundup Ready (RR), anunciou ontem sua estratégia para garantir o pagamento de royalties e regulamentar o comércio da soja geneticamente modificada plantada no Brasil. A partir de julho, quem quiser exportar soja transgênica brasileira deverá obter uma licença da empresa, reconhecendo seus direitos de propriedade intelectual. Quem não se licenciar correrá o risco de ser processado e ter seu produto retido nos portos.

"A soja que não tiver licença será recebida na alfândega como produto ilegal", disse o diretor de Marketing da Monsanto, Felipe Osório. A empresa vai monitorar os embarques de soja do Brasil e possíveis carregamentos de soja RR não licenciada serão comunicados às autoridades do país de destino.

O esquema vale apenas para as exportação entre Brasil e outros países onde a tecnologia RR está patenteada: EUA, Japão, Canadá e União Européia. A soja transgênica está proibida no Brasil por ação judicial, mas agricultores gaúchos cultivam a variedade há seis anos, com sementes RR trazidas da Argentina. Pressionado, o governo liberou a comercialização da safra deste ano.

Osório afastou a possibilidade da Monsanto cobrar royalties sobre as safras passadas, mas disse que o programa de licenciamento será permanente. Os royalties serão cobrados ou na venda de sementes - caso o produto seja legalizado - ou na entrega dos grãos. Este ano, o licenciamento será gratuito.

From: David Hathaway <mailto:hathaway@unisys.com.br>
Sent: Thursday, June 12, 2003 11:23 AM

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Monsanto se fue de Costa Rica

ALERTA TRANSGÉNICA COSTA RICA
20 de setiembre del 2004

La Compañía Monsanto -responsable de más del 90% de liberaciones industriales de organismos transgénicos en el planeta- ha decidido retirar su solicitud para liberar maíz transgénico en Costa Rica, así como su sede en el país. Sectores ecologistas continúan realizando esfuerzos con el ánimo de fortalecer la campaña por un país libre de transgénicos u organismos genéticamente modificados (OGMs).

Según miembros de la Comisión Nacional de Bioseguridad, el retiro de Monsanto es un logro alcanzado por los sectores sociales, que mantienen una campaña de resistencia contra la expansión de los cultivos transgénicos en Costa Rica. Funcionarios del departamento de Biotecnología del Servicio Fitosanitario del Estado, consideran que el sector público no puede seguir poniendo la cara por las compañías ante las demandas y reclamos de los sectores que se oponen a este tipo de biotecnologías e indican que sería muy sano que las compañías respondan a las múltiples invitaciones a debate que los sectores sociales han extendido.

Isaac Rojas, presidente de la Federación Costarricense para la Conservación del Ambiente, reconoce como oportuna la autocrítica que hace la Comisión Nacional de Bioseguridad. Manifestó que el sector público no puede ni debe seguir legitimando y defendiendo a las corporaciones biotecnológicas ni sus productos transgénicos. Es hora de que los sectores corporativos den la cara y entren en un proceso público de debate.

Fabián Pacheco, representante de la Asociación de Ecología Social indicó que "era de esperarse que la compañía Monsanto prefiriera irse a otros países donde existan condiciones menos críticas y más permisivas". Así mismo continúa diciendo: "Este tipo de actitudes evasivas dejan en evidencia que las compañías no tienen elementos técnicos para demostrar que los organismos trasgénicos son seguros y que el principio precautorio no está siendo burlado".

La Red de Coordinación en Biodiversidad hace un llamado al movimiento ecológico y popular de otros países en la región a estar vigilante. La Compañía Monsanto se va de Costa Rica, pero se va hacia otros países donde puedan sembrar sus cultivos transgénicos de forma silenciosa, para evitar la polémica y el debate así como contratiempos sobre sus intereses económicos.

Más información: gavitza@racsa.co.cr, fabian@cosmovisiones.com
Red de Coordinación en Biodiversidad
Alianza Centroamericana de Protección a la Biodiversidad


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El gigante Monsanto sigue cayendo

Autor: Claire Robinson <http://www.biodiversidadla.org/article/author/view/1624>
Fecha de Publicación: 04/03/2004 17:34

La gigante biotecnológica Monsanto, continúa su proceso de caída, ahora que se ha visto forzada a abandonar el mercado europeo. Tal vez dirija ahora su mira al sudeste asiático

Un destacado suceso marca la agudización de la caída de las perspectivas mundiales en materia de modificación genética. La empresa biotecnológica más grande del mundo, Monsanto, anunció que abandona el trabajo sobre trigo y cebada para el mercado europeo. Está buscando un comprador para sus actividades en materia de semillas cerealeras en Cambridge y posiblemente para sus emplazamientos de ingeniería genética en Francia, Alemania y República Checa. También reducirá su personal mundial entre siete y nueve por ciento para fines de agosto próximo, discontinuará su programa de productos farmacéuticos y reducirá los costos asociados con su negocio del herbicida Roundup.

La empresa registró una pérdida neta de 188 millones de dólares en el tercer trimestre de 2003, o 72 centésimos por acción, comparado con una pérdida neta de 27 millones, o 10 centésimos por acción, en el mismo periodo de 2002. La caída del precio de las acciones se debe, en parte, a un acuerdo que la empresa estableció en agosto para responder a demandas judiciales por un valor de 700 millones de dólares. El litigio involucró a la planta química de Monsanto que había fabricado bifeniles policlorinados (PCB), hace años en Alabama, y de la cual los residentes declararon había afectado su salud y propiedades.

Otro factor es que hace tres años expiró la patente de Monsanto en Estados Unidos sobre el glifosato, el principal ingrediente de su herbicida Roundup. Durante muchos años, el Roundup fue el pan de cada día de Monsanto, pero ahora otras empresas están fabricando versiones más baratas.

Monsanto ha intentado enfocarse en semillas modificadas genéticamente y patentes de trigo, soja y otros cultivos. Pero una serie de informes negativos de asesores del gobierno británico sobre las perspectivas de los transgénicos en Europa, conjuntamente con la resistencia continua de los consumidores, impidieron que la empresa evitara el derrumbe.

En una conferencia telefónica, Hugh Grant, ejecutivo principal de Monsanto, manifestó que la decisión de salir del negocio de los biofármacos (o cultivos „farmacéuticos‰) se basó en la „incertidumbre de las ganancias a más largo plazo, de un negocio que requiere un elevado aporte de capital‰. Dijo que la empresa estaba recortando los gastos en investigación y desarrollo, y centrándose más en proyectos que tenían un retorno a más corto plazo.

La salida de Monsanto de los biofármacos tuvo una buena acogida general. La biofarmacia, en que se manipula genéticamente a los cultivos para producir medicamentos o productos químicos industriales, ha concitado la oposición no sólo de grupos ambientalistas sino también de empresas productoras de alimentos. Temen que el trigo conteniendo fármacos o productos tóxicos termine finalmente en las tortillas de maíz, obligando luego a tener que retirar los productos del mercado -con el elevado gasto que ello implica- y generando desconfianza pública en la seguridad de los alimentos.

¿Qué futuro tiene Monsanto? Una empresa que ha apostado su fortuna a los cultivos transgénicos que los consumidores no comerán, a productos químicos peligrosos que están siendo cada vez más cuestionados por la legislación de la Unión Europea y por juicios privados, y a una tecnología que obliga a nuestros cultivos alimenticios a producir toxinas, seguramente no tenga otra opción que transformarse radicalmente o morir.

Mientras tanto, emplea la clásica táctica industrial de dirigir sus actividades a países donde cree que la oposición será más débil. El portavoz de la empresa ha mencionado el sudeste asiático como el nuevo mercado para Monsanto.

Claire Robinson es editora asociada de Science in Society (Ciencia en Sociedad), una revista publicada por el Instituto del mismo nombre, con sede en Londres. Este artículo se publicó en el número 20 (otoño/invierno 2003) de la revista.

Fuente: Revista del Sur <http://www.redtercermundo.org.uy/revista_del_sur/texto_completo.php?id=2438> 149/150 - Marzo-Abril 2004

Publicado en http://www.biodiversidadla.org

Campaña Transgénicos
Acción Ecológica
Alejandro de Valdez N24 73 y La Gasca
Quito-Ecuador
593-2-2527583/2547516
http://www.accionecologica.org


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Monsanto vai explorar muitos agricultores gauchos...e brasileiros

Monsanto quer obter até R$ 400 mi

MARTA SALOMON

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

A multinacional Monsanto espera faturar entre R$ 120 milhões e R$ 400 milhões no ano que vem com direitos de propriedade intelectual sobre mais uma safra de soja transgênica no país.

Falta apenas a assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva numa medida provisória autorizando o plantio.

Será a oitava safra cultivada a partir de sementes contrabandeadas da Argentina, a segunda sobre a qual a Monsanto cobra pela patente do gene resistente ao herbicida glifosato, fabricado por ela. Pelos planos da empresa, os produtores terão de pagar, no ano que vem, R$ 1,20 por saca de 60 quilos do grão colhido, o dobro do valor do royalty pago neste ano.

O principal obstáculo no caminho da empresa, um dos principais personagens da discussão sobre o uso de transgênicos, é a lei sancionada por Lula em dezembro do ano passado e que proíbe o plantio e a comercialização de sementes obtidas na safra deste ano. Na época, o governo ganhava tempo para discutir regras para a análise dos transgênicos.

O problema agora só pode ser resolvido por uma nova lei ou medida provisória. A empresa considera "desnecessária" uma nova Lei de Biossegurança nos moldes da que vem sendo discutida no Congresso, disse o diretor Rodrigo Almeida.

Para a Monsanto, basta a lei antiga, que dá à CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) o poder de autorizar o plantio e a comercialização de organismos geneticamente modificados. Esse poder foi recentemente restabelecido pela Justiça Federal, numa derrota dos ambientalistas.

A decisão de Lula sobre a edição da medida provisória -pendente até a sexta-feira- é mais um teste para o lobby da Monsanto.

Nos últimos três anos, a multinacional mobilizou o governo dos Estados Unidos, associações de agricultores e produtores de sementes e cientistas na pressão pró-transgênicos e seus interesses comerciais no Brasil.

Até aqui, o lobby deu certo. As duas safras de soja transgênica colhidas no governo Lula foram comercializadas com o aval do presidente da República.

A causa dos transgênicos conquistou corações petistas e até o apoio de um estudo técnico assinado pela assessora do partido na Câmara Maria Thereza Pedrozo, reproduzido no endereço eletrônico da Monsanto.

Segundo a assessora, a maioria absoluta dos agricultores do Rio Grande do Sul que contrabandearam a soja geneticamente modificada tem pequenas propriedades, com até 50 hectares. Um dos argumentos pró-soja transgênica usados no estudo é a redução do custo para os agricultores, tese que começa a ser contestada.

Negociação

"R$ 1,20 [de royalty por saca] vai ficar muito pesado", contabilizou o agricultor Almir Rebelo, presidente do Clube Amigos da Terra de Tupanciretã, município que abriga a maior área de soja do Rio Grande do Sul -cerca de 120 mil hectares de culturas transgênicas.

Há anos, Rebelo faz lobby em defesa da soja transgênica, e sempre alegou vantagens na economia com herbicidas. "O produtor está preocupado com o preço", avaliou.

Para a Monsanto, não há espaço para negociação: o valor da conta pelos direitos de propriedade intelectual está acertado com os produtores desde a última safra, sobre o qual foi concedido desconto de 50%. A multinacional não divulga o quanto já foi arrecadado na última safra nem projeções de ganho com a próxima.

A Folha se baseou na expectativa da Abrasem (Associação Brasileira de Sementes), aliada da Monsanto, de que a soja transgênica poderá alcançar a terça parte da próxima safra do grão, embora as sementes certificadas não passem de 1% do necessário. Caso a previsão se confirme, os ganhos da multinacional poderão chegar a R$ 400 milhões só com royalties.

A expectativa do Ministério da Agricultura é mais conservadora, feita com base nos termos de compromisso assinados pelos próprios produtores.

No mínimo, a Monsanto conseguiria arrecadar R$ 120 milhões com os direitos de propriedade intelectual na próxima safra.